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	<title>Tratamento do câncer &#8211; Animi</title>
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	<description>Unidade de Tratamento Oncológico</description>
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		<title>Dia Mundial do Câncer – 4 de fevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ANIMI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 18:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[O câncer é uma das doenças mais incidentes no mundo com 18,1 milhões de casos novos e 9,6 milhões de mortes anuais. Nesse ano de 2018 ocorreram no Brasil 600 mil casos novos de câncer acometendo homens, mulheres, jovens e idosos. Desse total de 600 mil pessoas, tivemos 200 mil óbitos cuja causa de morte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O câncer é uma das doenças mais incidentes no mundo com 18,1
milhões de casos novos e 9,6 milhões de mortes anuais.</p>



<p>Nesse ano de 2018 ocorreram no Brasil 600 mil casos novos de
câncer acometendo homens, mulheres, jovens e idosos. Desse total de 600 mil
pessoas, tivemos 200 mil óbitos cuja causa de morte foi o câncer.</p>



<p>Sabemos que até 3,7 milhões de vidas poderiam ser salvas
anualmente com a implementação de medidas de prevenção, diagnóstico e
tratamento. Para se ter uma ideia da importância dessa frase citada, sabemos
que a obesidade está a ponto de superar o tabaco como causa principal de
mortalidade por câncer evitável. Nos últimos 40 anos, a obesidade nos Estados
Unidos duplicou. Também aumentou fortemente em países em desenvolvimento como o
nosso. Atualmente, dois bilhões de pessoas no mundo têm sobrepeso ou são
obesas. </p>



<p>Sendo assim, nesse mês de fevereiro ligamos um alerta para a
disseminação do conhecimento sobre a doença, pois o desconhecimento da
gravidade dessa doença faz com que as pessoas não procurem os médicos para
fazerem sua consulta clínica anual de rastreamento ou check-up. </p>



<p>Sabemos que se o câncer for diagnosticado em estágio
inicial, temos até 90% de chance de cura, por isso a importância de serem
feitas consultas de rotina com o seu médico de confiança, mesmo não
apresentando nenhuma queixa, dor ou sintoma.</p>



<p>Outra situação que é muito comum, quando o paciente tem um
câncer, faz a cirurgia e, muitas vezes, acha que está livre da recidiva ou
recorrência do mesmo. Sabemos que todo câncer é maligno e, sendo assim, pode
ter um comportamento inesperado e a metástase pode ocorrer a qualquer momento
durante a sua vida, por isso a importância ainda maior de ir no seu médico de
confiança e fazer consultas mais frequentes com realização de exames de imagem
conforme a recomendação do mesmo. É claro que você pode estar curado e tem
grandes chances de isso acontecer se diagnosticar e tratar o seu câncer em
estágio inicial, mas não podemos subestimar essa doença de caráter agressivo e
silenciosa.</p>



<p>Como oncologistas, enfatizamos o quanto os avanços têm
aumentado as taxas de sobrevida dos pacientes, sempre à luz da pesquisa científica,
e que essas evidências precisam ser difundidas para a sociedade como forma de
impedir a propagação de falsas abordagens, nesse cenário que vivemos no mundo
atual de mídia social recheada de <em>fake
news. </em></p>



<p>Em meio a esse cenário de evolução, por sua vez, é grande a
procura pelas chamadas terapias alternativas. Estudos mostram que até 90 % dos
pacientes com câncer adotam ao menos uma abordagem alternativa durante o
tratamento, sendo que as mais difundidas são dietas sem evidência científica,
uso de ervas medicinais e suplementos. Sempre ser honesto e questionar o seu
médico da possibilidade, riscos e benefícios do tratamento alternativo em
concomitância com o tratamento tradicional do câncer.</p>



<p>Importantíssimo nessa situação de você ser considerado um sobrevivente
do câncer, você deve mudar por completo o seu estilo de vida, afim de fazer a
sua parte na diminuição do risco de recidiva. Largar o vício do cigarro, parar
de beber bebidas alcoólicas, praticar atividade física regular e adotar uma
dieta mais saudável. Não podemos esquecer do suporte emocional, muito
importante essa estabilidade do psicológico, evitando uma depressão ou
ansiedade que podem ser fatores predisponentes para uma piora ou recidiva da
doença que estava em estado silencioso.</p>



<p>Outra situação que temos que trabalhar mais na família do
portador do câncer, é tentar conversar mais abertamente sobre essa doença,
permitir que o paciente saiba o que está acontecendo com o seu corpo, para que
ele possa tomar as decisões mais adequadas sobre o seu tratamento e caminhos
que serão percorridos nessa luta. </p>



<p>Unir vozes ao redor do mundo para aumentar a conscientização
da sociedade e melhorar a educação sobre o câncer de uma maneira positiva e
inspiradora é uma das missões da ANIMI – UNIDADE DE TRATAMENTO ONCOLÓGICO.</p>
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		<title>Dezembro Laranja &#8211; Lutamos pelo combate  ao câncer de pele!</title>
		<link>https://animi.med.br/dezembro-laranja-lutamos-pelo-combate-ao-cancer-de-pele/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ANIMI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 17:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Um país com menos casos de câncer da pele é meta alcançável, e a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) está comprometida em reduzir a incidência da doença e sua mortalidade. A conscientização pública é uma das formas de reduzir o número de casos. Para isso, pelo quinto ano consecutivo, a SBD realiza a campanha #DezembroLaranja, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um país com menos casos de câncer da pele é
meta alcançável, e a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) está
comprometida em reduzir a incidência da doença e sua mortalidade. </p>



<p>A conscientização pública é uma das formas de
reduzir o número de casos. Para isso, pelo quinto ano consecutivo, a SBD
realiza a campanha #DezembroLaranja, iniciativa apoiada pelo Conselho Federal
de Medicina (CFM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB), para alertar a
população sobre prevenção, diagnóstico e acesso ao tratamento da doença no
Brasil. </p>



<p>Neste ano, a campanha dá continuidade ao tema
“Se exponha, mas não se queime”, cativando o interesse da população ao fazer um
trocadilho entre a exposição solar e a exposição nas redes sociais.&nbsp;</p>



<p>O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no
Brasil e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no
país. Apresenta altos percentuais de cura, se for detectado e tratado
precocemente. </p>



<p>Mais comum em pessoas com mais de 40 anos, o câncer
de pele é raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de
doenças cutâneas. Porém, com a constante exposição de jovens aos raios solares,
a média de idade dos pacientes vem diminuindo.</p>



<p>Pessoas de pele clara, sensíveis à ação dos raios
solares, com história pessoal ou familiar deste câncer ou com doenças cutâneas
prévias são as mais atingidas.</p>



<p>Espera-se, no Brasil, para o ano de 2018, 170.000
novos casos de câncer de pele não melanoma. Um número elevado e assustador, por
isso a importância da conscientização de que essa doença existe e tem altas
chances de cura caso venha a ser diagnosticada no início de sua evolução.</p>



<p>Os tumores de pele estão relacionados a alguns
fatores de risco, principalmente, à exposição aos raios ultravioletas do sol.
Pessoas que trabalham sob exposição direta ao sol são mais vulneráveis ao
câncer de pele não-melanoma. Mas aqueles que trabalham em ambiente fechados não
estão protegidos 100%, pois temos que saber que a luz do computador ou a luz de
dentro de casa também contribui para aumento do risco do câncer de pele. A cada
8 horas de exposição à luz de casa ou do computador equivale a 1 hora de
exposição ao sol do meio-dia sem protetor solar.</p>



<p>Algumas dicas para evitar o câncer de pele:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Evitar exposição prolongada ao sol
entre 10h e 16h.&nbsp;</li><li>Usar proteção solar física adequada,
como roupas, bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros, sombrinhas e
barracas; de preferência, comprar materiais com proteção solar.</li><li>Aplicar na pele, protetor solar FPS
mínimo de 30, nos dias de chuva e nos dias de sol, e reaplicar a cada 2 horas,
para ter a eficácia esperada.</li><li>Lembrar de aplicar filtro solar nos
lábios.</li><li>Manter bebês e
crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis
meses com orientação médica adequada.</li></ul>



<p>O câncer de pele se apresenta como manchas na pele
que coçam, ardem, descamam ou sangram e também como feridas que não cicatrizam
em até quatro semanas. Nesses casos, deve-se procurar o mais rápido possível o
médico dermatologista (especialista em pele) para uma melhor avaliação da lesão
de pele e ele irá avaliar se precisará realizar uma biópsia ( retirar um pedaço
ou a lesão inteira) para definir se é ou não câncer. Caso venha um resultado de
câncer de pele, o dermatologista irá encaminhar para o acompanhamento
concomitante com o oncologista (médico especialista em câncer).</p>



<p>De dezembro deste ano a março de 2019, ou
seja, durante todo o verão, serão promovidas ações e atividades de informação
na internet, ruas, praias e parques.</p>



<p>Para termos o diagnóstico precoce
é fundamental ter o conhecimento da sua pele e saber em quais áreas existem
esses sinais, isso fará toda a diferença na hora de detectar alterações
potencialmente perigosas. Só assim para termos o diagnóstico precoce e obtermos
altos índices de cura do câncer.</p>



<p><strong>COMBATER O CÂNCER É UMA
TAREFA DIÁRIA DE AUTOCUIDADO E AMOR, CUIDE-SE.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Atualização científica em câncer de pulmão</title>
		<link>https://animi.med.br/atualizacao-cientifica-em-cancer-de-pulmao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 22:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades científicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Sexta, dia 21 de julho, Dr. Pedro e Dra. Maitê receberam a palestrante Dra. Carolina Dutra e colegas convidados para discutir sobre imunoterapia no tratamento do Câncer de Pulmão. O evento contou com a ilustre presença da Dra. Carolina Dutra, oncologista da Clinica Soma e do Cepon de Florianópolis, e de vários colegas médicos, pneumologistas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta, dia 21 de julho, Dr. Pedro e Dra. Maitê receberam a palestrante Dra. Carolina Dutra e colegas convidados para discutir sobre imunoterapia no tratamento do Câncer de Pulmão.</p>
<p>O evento contou com a ilustre presença da Dra. Carolina Dutra, oncologista da Clinica Soma e do Cepon de Florianópolis, e de vários colegas médicos, pneumologistas e radioterapeuta aqui de Lages, além de residentes e estudantes.</p>
<p>Aproveitamos a ocasião para nos reunir e discutir sobre os avanços da imunoterapia e sobre sua aplicação para este tipo de câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_1065" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www.animi.med.br/noticias/atualizacao-cientifica-em-cancer-de-pulmao/attachment/img_2165/" rel="attachment wp-att-1065"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1065" class="size-medium wp-image-1065" src="http://www.animi.med.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_2165-300x257.jpg" alt="" width="300" height="257" /></a><p id="caption-attachment-1065" class="wp-caption-text">Da esquerda para direita: Dra. Maitê, Dra. Carolina Dutra, Dra. Cristiane, Leonardo, Dr. Pedro.</p></div></p>
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		<title>O papel da espiritualidade no tratamento</title>
		<link>https://animi.med.br/o-papel-da-espiritualidade-no-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 22:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perguntas frequentes]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse Dia/Mês Internacional das Mulheres, gostaríamos de parabenizar todas as mulheres desse Brasil, que lutam para termos um futuro melhor, em todos os aspectos. &#160; Dia 08 – O papel da espiritualidade no tratamento &#160; Ninguém quer ter um tumor. Ninguém quer essa doença na família. Portanto, ao receber a notícia que está com câncer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse Dia/Mês Internacional das Mulheres, gostaríamos de parabenizar todas as mulheres desse Brasil, que lutam para termos um futuro melhor, em todos os aspectos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dia 08 – O papel da espiritualidade no tratamento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ninguém quer ter um tumor. Ninguém quer essa doença na família. Portanto, ao receber a notícia que está com câncer é natural chorar. Até mesmo isolar-se. Tem que dar um tempo para a pessoa com o diagnóstico entender, perguntar e aceitar que está com a doença e que está disposta a encarar o tratamento proposto pelo médico.</p>
<p>O tratamento oncológico fará parte da vida dela, mas não vai se tornar dono dela. Na prática clínica, nota-se o seguinte: quem consegue tomar as rédeas da enfermidade, geralmente assegura uma qualidade de vida melhor.</p>
<p>O equilíbrio capaz de influenciar positivamente os rumos terapêuticos está em manter firme a ideia de que você é sempre bem maior do que o câncer.</p>
<p>Não importa qual a crença ou a religião – a fé sempre conforta. É uma fonte inesgotável de esperança, capaz de trazer uma paz de espírito importante na hora de tomar decisões, aderir ao tratamento e seguir a vida. Nós, oncologistas, notamos que simples rituais – uma benção, por exemplo – já relaxam o doente, deixando-o mais apto para enfrentar os desafios que o câncer impõe.</p>
<p>Sabe-se que as emoções geram um impacto no sistema imunológico e na qualidade de vida de todos nós. E, mesmo que os sentimentos mais agradáveis e positivos não elevem as chances de cura de um câncer diretamente, eles podem ao menos aumentar a proteção contra gripes e outras infecções secundárias que costumam acometer o indivíduo em tratamento para debelar um tumor.</p>
<p>Um sorriso não afastará os micro-organismos por si só, mas uma mente minimamente em paz pode dar uma força para que as células de defesa contra-ataquem os vírus e as bactérias. Pense nisso&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autora: Dra. Maitê de Liz Vassen Schurmann</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Câncer de Mama</title>
		<link>https://animi.med.br/cancer-de-mama-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 15:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[O câncer de mama é o primeiro tipo de câncer que mais afeta as mulheres e responde por 22% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama tem uma íntima relação com a idade, mas apresenta uma correlação com vários outros fatores intimamente associados à produção hormonal. Quando a menopausa é tardia, acima [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de mama é o primeiro tipo de câncer que mais afeta as mulheres e responde por 22% dos casos novos a cada ano.</p>
<p>O câncer de mama tem uma íntima relação com a idade, mas apresenta uma correlação com vários outros fatores intimamente associados à produção hormonal.</p>
<p>Quando a menopausa é tardia, acima dos 55 anos, aumentam os riscos, assim como quando a mulher tem a primeira gestação depois dos 30 anos ou mesmo quando tem a primeira menstruação muito cedo.</p>
<p>O diagnóstico precoce em câncer de mama aumenta consideravelmente as chances de cura, podendo chegar até a 80% dos casos. Por isso, é importante realizar exames de mamografia com intervalo máximo de dois anos a partir dos 50 anos.</p>
<p>Já em pacientes que possuem histórico da doença na família, é aconselhável fazer o exame 10 anos antes da idade da pessoa que teve câncer. Por exemplo, se a mãe teve câncer aos 48 anos, é recomendável que a filha realize seu primeiro exame entre seus 35 e 38 anos.</p>
<p>Autora: Dra. Maitê de Liz Vassen Schurmann</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>OUTUBRO ROSA e o CÂNCER DE MAMA</title>
		<link>https://animi.med.br/outubro-rosa-e-o-cancer-de-mama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 16:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das campanhas contra o câncer mais tradicionais no Brasil se dá em outubro, denominada de Outubro Rosa, que visa orientar e alertar sobre os cuidados e riscos do câncer de mama. Organizada no país pela FEMASA &#8211; Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, desde 2008, a campanha já promoveu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das campanhas contra o câncer mais tradicionais no Brasil se dá em outubro, denominada de Outubro Rosa, que visa orientar e alertar sobre os cuidados e riscos do câncer de mama. Organizada no país pela FEMASA &#8211; Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, desde 2008, a campanha já promoveu ações marcantes, como a iluminação rosa de pontos turísticos importantes, a exemplo do Cristo Redentor e do Congresso Nacional. A ideia é atrair a atenção para o tema, estimulando o diagnóstico precoce e desmistificando o tratamento.</p>
<p>O Outubro Rosa começou nos Estados Unidos como uma forma de dar certa unidade às diversas ações que aconteciam de forma isolada por todo o país. A escolha pela cor rosa foi uma forma de reforçar o símbolo do laço rosa, criado na década de 1990 pela Fundação Susang G.Komen for the Cure, a principal entidade de apoio às pacientes de câncer de mama do mundo.</p>
<p>Um dos atos mais tradicionais do Outubro Rosa é a organização de corridas em apoio à causa. Os eventos, chamados de Corrida pela Cura, têm valor de inscrição revertido para entidades de pesquisa e de apoio a pacientes e costuma reunir milhares de pessoas em cidades de todo o mundo, inclusive no Brasil.</p>
<p>O câncer da mama é o que mais acomete as mulheres em todo o mundo. Em 2014, no Brasil estima-se 52.680 novos casos da doença, com risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em quatro das cinco regiões brasileiras, é o tipo mais comum entre as mulheres, sem considerar os tumores da pele não melanoma: Sudeste (69/100 mil), Sul (65/100 mil), Centro-Oeste (48/100 mil) e Nordeste (32/100 mil). Na Região Norte, é o segundo tumor mais incidente (19/100 mil), ficando atrás do câncer do colo do útero (23/100 mil).</p>
<p>As mulheres entre 40 e 49 anos devem, anualmente, fazer o exame clínico das mamas, com um profissional de saúde capacitado, um médico especialista na área. Caso seja identificada alguma alteração suspeita, o profissional pedirá uma mamografia para confirmação diagnóstica. Já entre os 50 e os 69 anos é recomendada a realização de mamografias de rastreamento, a cada dois anos. Mulheres com risco aumentado de desenvolver câncer de mama &#8211; as que têm mãe ou irmã com câncer de mama antes dos 50 anos; história familiar de câncer de mama bilateral, câncer de ovário ou câncer de mama masculino &#8211; devem iniciar o acompanhamento aos 35 anos.</p>
<p>A mamografia é hoje a principal estratégia para o diagnóstico precoce do câncer de mama. O Ministério da Saúde instituiu, a partir de 2013, o PNQM &#8211; Programa Nacional de Qualidade em Mamografia, que visa melhorar a qualidade dos 3,5 milhões de exames realizados anualmente no Brasil e aumentar a segurança no uso dos mamógrafos nos serviços públicos e privados do País. O programa tem caráter obrigatório para os mais de quatro mil serviços de mamografia em operação no País.</p>
<p>Hoje, estudos comprovam que o câncer de mama pode ter até 95% de chance de cura se detectado precocemente, por isso, procure a seu médico de confiança e mantenha em dia seus exames.</p>
<p>Neste mês de outubro, todas as mulheres entre 40 a 69 anos de idade são estimuladas a fazer o exame mamográfico. Se você não está nessa faixa etária, mas tem amigas, familiares e conhecidas para conscientizar sobre essa prática simples e que salva milhares de vidas, contribua para essa linda causa orientando essas pessoas quanto à necessidade e o benefício da realização do exame e de uma boa avaliação médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autora: Dra. Maitê de Liz Vassen Schurmann – CRM: 11084</p>
<p>Especialista em Oncologia Clínica e Clínica Médica</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Câncer de mama também atinge homens</title>
		<link>https://animi.med.br/cancer-de-mama-tambem-atinge-homens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2014 17:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecido como o câncer que mais mata mulheres, poucos sabem que o tumor de mama pode também acometer homens. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que a proporção entre homens e mulheres é de 1 caso masculino para cada 100 casos femininos. A enfermidade se manifesta neles especialmente entre os 50 e os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecido como o câncer que mais mata mulheres, poucos sabem que o tumor de mama pode também acometer homens.</p>
<p>Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que a proporção entre homens e mulheres é de 1 caso masculino para cada 100 casos femininos. A enfermidade se manifesta neles especialmente entre os 50 e os 60 anos. O número de registros entre os homens ainda é pequeno se comparado à incidência entre as mulheres, entretanto não deve ser ignorado.</p>
<p>O diagnóstico é realizado, na maioria das vezes, em estágio avançado devido ao desconhecimento da doença. O câncer de mama masculino pode estar ligado a fatores hormonais, histórico familiar ou pelo consumo de uma dieta rica em gorduras e excesso de álcool. Além disso, o uso de anabolizantes ou de hormônios também influencia o surgimento.</p>
<p>Assim como as mulheres, os homens também podem fazer o autoexame como forma de rastrear alguma irregularidade. A prática é ainda mais simples, pois os homens têm pouca glândula mamária. Apalpando a região, sem esquecer-se de investigar a axila, o homem consegue observar se existe algum nódulo para, com isso, procurar um médico que possa solicitar os exames necessários para a conclusão diagnóstica. Os homens devem ficar também atentos a vermelhidões ou mesmo dores nas mamas.</p>
<p>O tratamento é semelhante ao das mulheres. Após o diagnóstico, de acordo com o estágio da doença, a conduta costuma envolver quimioterapia, radioterapia e cirurgia.</p>
<p>Se analisarmos a chance de cura de um homem com câncer de mama comparada à chance de uma mulher, observamos que as chances são muito parecidas, se considerarmos as doenças no mesmo estágio de desenvolvimento. Homens que desenvolvem câncer de mama têm um risco aumentado de desenvolver um segundo câncer ao longo da vida, de aproximadamente 20%. Destes segundos cânceres, os mais comuns são câncer de próstata, cólon e bexiga.</p>
<p>As dicas de prevenção que podemos enfatizar são para que os homens: criem o hábito de praticar atividade física regularmente, tenham uma alimentação equilibrada com pouca gordura e reduzam o consumo de bebida alcóolica. Vencer o preconceito e fazer o autoexame também entra na lista de ações para prevenir o desenvolvimento da doença. Um médico especialista sempre lhe dará um diagnóstico e tratamento preciso, se for o caso. Estamos vivendo mais e qualidade de vida é um fator importante e tem que ser buscado, faça sua parte. Não hesite, cuide da sua saúde e da saúde das pessoas a quem você quer bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autora: Dra. Maitê de Liz Vassen Schurmann, Médica Oncologista, CRM:11573</p>
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		<title>Câncer: Conheça 4 mitos sobre a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2014 19:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perguntas frequentes]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Do medo de falar sobre o assunto até a convicção de que não há nada a se fazer para evitar o câncer, a população acaba por desconhecer sintomas e tratamento da doença. No dia mundial do câncer, celebrado nesta terça-feira (4), um alerta: profissionais de saúde ainda têm dificuldade de municiar a população com informações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Do medo de falar sobre o assunto até a convicção de que não há nada a se fazer para evitar o câncer, a população acaba por desconhecer sintomas e tratamento da doença.</b></p>
<p>No dia mundial do câncer, celebrado nesta terça-feira (4), um alerta: profissionais de saúde ainda têm dificuldade de municiar a população com informações corretas sobre prevenção, sintomas e acesso aos tratamentos.</p>
<p>Isso porque ainda existem muitos mitos que rondam “aquela doença”, como o câncer era estigmatizada no passado. Anos depois e muitos preconceitos a menos, a informação a respeito da doença ainda é falha, atrapalhando diagnósticos, tratamentos e, consequentemente, levando muitos à uma morte que, em muitos casos, poderia ser evitada.</p>
<p>Os dados são alarmantes: a previsão é que em 2014 surjam 576 mil novos casos de câncer no Brasil. Destes cânceres, o de pele (tipo não melanoma) será o mais incidente, seguido por tumores de próstata, mama feminina, cólon e reto, pulmão, estômago e colo do útero.</p>
<p><b>Veja alguns mitos sobre o câncer:</b></p>
<p><b>1. Não é necessário falar do câncer:</b></p>
<p><b>MITO:</b> Muitos ainda acreditam que não é necessário falar sobre o câncer porque ele pode surgir independentemente se é colocado em pauta ou não. Errado. Quanto mais informação se tem sobre a doença, melhor é. O oncologista José Segalla explica que manteve uma amizade com um frentista de um posto de gasolina durante muitos anos, e esse senhor foi diagnosticado com câncer de mama.</p>
<p>“O nódulo estava ali há tempos, mas ele não falou sobre isso comigo porque não sentia dor e nem incômodo. Hoje eu tenho um certo peso na consciência porque convivi com ele e não passei a informação de que homem também pode ter câncer de mama”, conta. “Se ele tivesse essa informação, ele poderia ter tratado o câncer ainda no início”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>2. Não existem sinais nem sintomas de câncer</b></p>
<p><b>MITO:</b> A detecção precoce é fundamental para aumentar as chances de cura. Para muitos tipos de câncer, há, sim, sintomas que levam a uma desconfiança de que há algo errado. Para isso, é importante que a população esteja informada sobre qualquer mudança anormal. “Essa informação não precisa necessariamente ser passada por um médico superespecialista, mas deve estar em todos os meios públicos e sistema de saúde”, explica Segalla. “O homem acima de 10 anos que fuma, bebe, tem azia e faz tratamento para gastrite tem de ser informado de que o álcool e o fumo podem causar câncer de esôfago e de boca, por exemplo”.</p>
<p>O oncologista e vice-diretor clínico do Hospital do Câncer de Barretos, Sérgio Serrano, explica que os sintomas do câncer normalmente aparecem quando ele já está em um estágio mais avançado. “O colo do útero é um exemplo. Além disso, quando um nódulo de mama está em um estágio em que é possível apalpar, isso significa que ele já está mais avançado. A mamografia detecta quando as lesões ainda são iniciais, facilitando o tratamento”, explica. “No caso do câncer de laringe, a rouquidão é um sintoma importante a ser considerado, como foi o caso do ex-presidente Lula”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Não há nada a fazer contra o câncer</strong></p>
<p><strong>MITO:</strong> “Muitos pensam que é um castigo, que é porque Deus quis, então não há nada que se possa fazer&#8221;, afirma Maira Caleffi, mastologista e presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apioio à Saúde da Mama (Femama). Esse pensamento, obviamente, está equivocado. Há, sim, o que fazer tanto para prevenção como tratamento. Como prevenção, recomenda-se que os hábitos de vida sejam saudáveis, como uma boa alimentação, descanso, vida tranquila e prática de esportes.</p>
<p>Para o câncer de colo do útero, por exemplo, o governo vai oferecer vacinas contra o HPV, vírus responsável por causar o câncer. Já para a detecção precoce, o indicado são os exames periódicos. No caso das mamas, a mamografia deve começar a ser feita a partir dos 50 anos. “Se existe algum caso na família, é indicado que a mulher comece a fazer a mamografia aos 35 anos”, explica Serrano.</p>
<p><strong>4. Não tenho direito de receber os cuidados de saúde para o câncer</strong></p>
<p><strong>MITO:</strong> O direito existe e é assegurado por lei. O problema está na aplicação dessa lei, o que leva muitos a requererem tratamentos e medicamentos por meio judicial &#8211; quando um laboratório não conseguiu/quis entregar o medicamento no prazo ou uma cirurgia de prioridade não foi marcada pelo hospital.</p>
<p>“O que eu faço nas minhas ações, no caso da cirurgia, é pedir para o governo pagar a cirurgia fora do lugar que estava previsto, justamente para a pessoa não passar na frente na fila de alguém que está igualmente precisando muito”, explica Gabriel Faria Oliveira, defensor público da União.</p>
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		<title>Bevacizumabe no câncer de ovário.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 20:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[A angiogênese desempenha um papel na biologia do câncer do ovário. Foi examinado o efeito do bevacizumabe, um inibidor do fator de crescimento endotelial vascular, na sobrevida de mulheres acometidas por esta patologia. Foram randomizadas mulheres com câncer do ovário para receber a carboplatina (área sob a curva, 5 ou 6) e paclitaxel (175 mg [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A angiogênese desempenha um papel na biologia do câncer do ovário. Foi examinado o efeito do bevacizumabe, um inibidor do fator de crescimento endotelial vascular, na sobrevida de mulheres acometidas por esta patologia.</p>
<p>Foram randomizadas mulheres com câncer do ovário para receber a carboplatina (área sob a curva, 5 ou 6) e paclitaxel (175 mg por metro quadrado da área de superfície corporal), administrados a cada 3 semanas, durante 6 ciclos, ou este regime acrescido de bevacizumabe (7.5 mg por kg de peso corporal), administrados em simultâneo, a cada 3 semanas com 5 ou 6 ciclos e continuado durante 12 ciclos adicionais ou até a progressão da doença. As medidas resultantes incluíram a sobrevida livre de progressão, primeiramente analisada por protocolo e, em seguida, atualizada, e a sobrevida global interina.</p>
<p>Um total de 1.528 mulheres de 11 países foram designadas, aleatoriamente, para receber um dos dois regimes de tratamento. A idade média era de 57 anos e 90% tinham câncer de ovário do tipo epitelial, 69% apresentavam um tipo histológico seroso, 9% tiveram a doença em estágio inicial de alto risco, 30% eram de alto risco para a progressão e 70% estavam no estágio IIIC ou IV para o câncer de ovário. A sobrevida livre de progressão (média restrita) em 36 meses foi de 20,3 meses com a terapia padrão, em comparação com 21,8 meses com a terapia padrão acrescida de bevacizumabe (<i>hazard ratio</i> para progressão ou morte com o acréscimo de bevacizumabe 0,81, intervalo de confiança de 95%: 0,70 a 0,94; P = 0,004 pelo teste de <i>log-rank</i>). Os riscos não proporcionais foram detectados (ou seja, o efeito do tratamento não foi consistente ao longo do tempo em função da escala de risco) (P &lt;0,001), com um efeito máximo de 12 meses, coincidindo com o final do tratamento planejado com bevacizumabe e diminuindo em 24 meses.</p>
<p>O bevacizumabe foi associado a efeitos mais tóxicos (na maioria das vezes a hipertensão de grau 2 ou superior) (18% <i>versus</i> 2% com somente a quimioterapia). Nas análises atualizadas, a sobrevida livre de progressão (média restrita) em 42 meses foi de 22,4 meses sem bevacizumabe <i>versus</i> 24,1 meses com bevacizumabe (P = 0,04 pelo teste de <i>log-rank</i>), em pacientes com alto risco de progressão, o benefício foi maior com bevacizumabe do que sem ele, com sobrevida livre de progressão (média restrita) em 42 meses de 14,5 meses com a terapia padrão sozinha e 18,1 meses com a adição de bevacizumabe, com a respectiva sobrevida geral média de 28,8 e 36,6 meses.</p>
<p>O bevacizumabe melhora a sobrevida livre de progressão em mulheres com câncer de ovário. Os benefícios no que diz respeito tanto a sobrevida livre de progressão quanto a global foram maiores entre aqueles pacientes com alto risco de progressão da doença.</p>
<p><b>Fonte:</b> Medcenter Medical News</p>
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