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	<title>Prevenção do câncer &#8211; Animi</title>
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	<description>Unidade de Tratamento Oncológico</description>
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		<title>8 de abril: Dia Mundial de Combate ao Câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ANIMI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 18:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 8 de abril é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Câncer, que possui como objetivo a união da população pela conscientização e combate à doença. Foi instituída essa data para que um maior número de pessoas, ao redor do planeta, comente e saiba mais sobre os diversos tipos de câncer, tanto no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 8 de abril é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Câncer, que possui como objetivo a união da população pela conscientização e combate à doença. Foi instituída essa data para que um maior número de pessoas, ao redor do planeta, comente e saiba mais sobre os diversos tipos de câncer, tanto no quesito prevenção, como na parte do tratamento. No Brasil, são mais de 400 mil casos de câncer diagnosticados a cada ano. Entre eles, cerca de 15 mil podem ser atribuídos a complicações decorrentes do excesso de peso.</p>



<p>De acordo com a Dra. Maitê, frutas, legumes e verduras de preferência orgânicos são alimentos que ajudam na prevenção do câncer, quando incluídos em uma dieta variada e equilibrada. Evite comer carne processada. Carnes processadas como presunto, salsicha, linguiça, bacon, salame, mortadela, peito de peru e blanquet de peru podem aumentar a chance de desenvolver câncer. Os conservantes (como os nitritos e nitratos) podem provocar o surgimento de câncer de intestino (cólon e reto) e o sal provocar o de estômago. Por isso, faça leitura dos rótulos dos alimentos que você compra, leva para sua casa e irá ingerir. Caso não entenda o nome de algum dos ingredientes que consta no rótulo, não coma, pois, com certeza, não se trata de uma comida de verdade e saudável.</p>



<p>A prática de exercícios físicos,
seja fazendo caminhadas ou aulas de dança, trocando o elevador pelas escadas ou
mesmo cuidando da casa ou do jardim, ajudam bastante. </p>



<p>Experimente, ache aquela modalidade que você goste, aproveite e busque fazer dessas atividades um momento coletivo, prazeroso e divertido, com a família e amigos, ou faça da atividade física, um momento introspectivo no qual você se conecta consigo, enfim, é possível encaixar a atividade física na rotina de cada um, seja através do deslocamento ativo indo ao trabalho ou outras atividades caminhando ou de bicicleta, são diferentes e importantes possibilidades.</p>



<p>Esses
hábitos também&nbsp;contribuem para
evitar um fator de risco importante para o câncer: a obesidade.&nbsp;</p>



<p>A disseminação da epidemia de obesidade ocorrida nos últimos vinte anos contribuiu para o aumento atual do número de casos de tumores malignos.</p>



<p>Muitas
pessoas pensam que o açúcar é o alimento do câncer, mas sabemos que não é
verdade, o que realmente é um fator causador do câncer é a gordura localizada
na barriga, chamada de obesidade visceral, isso sim é um fator direto causador
de câncer.</p>



<p>A
obesidade aumenta o número de inflamações e da quantidade de insulina do
organismo, que estimulam a multiplicação celular e o surgimento de tumores.
Além disso, o excesso de gordura no organismo também pode alterar a produção de
hormônios, que também pode aumentar o risco de câncer.</p>



<p>Por
exemplo, a obesidade pode influenciar o surgimento do câncer de mama por
alterar a quantidade de estrogênio produzido pelo organismo. Após a menopausa,
as os ovários deixam de produzir esse hormônio e a gordura abdominal passa a
ser a fonte de estrogênio do organismo. O aumento do nível desse hormônio nessa
fase da vida da mulher pode causar o câncer de mama.</p>



<p>Também
aumento na produção de insulina causado pelo excesso de peso pode estar
relacionado ao aparecimento do câncer de cólon e reto.</p>



<p>A obesidade é hoje entendida como causadora de um processo inflamatório crônico, pano de fundo para enfermidades díspares como ataques cardíacos, diabetes, câncer e doenças reumatológicas, além de outras com alta prevalência no mundo atual. </p>



<p>Uma
pergunta importante: se os pacientes perderem peso após o diagnóstico de
câncer, isso melhoraria o prognóstico? Aparentemente sim. Alguns estudos
sugerem que mulheres que perdem peso através de dieta e exercícios após terem
sido diagnosticadas com câncer de mama têm melhor sobrevida do que aquelas que
mantêm o sobrepeso. E uma boa notícia: não é preciso uma grande perda de peso
para melhorar o prognóstico nesses casos; aparentemente 5% do peso inicial (4
quilos para uma mulher de 80 quilos) já teria um efeito bastante favorável.</p>



<p>&nbsp;Parar de fumar (ou nem começar) é outro
fator primordial na prevenção do câncer.&nbsp;O fumo libera mais de
4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas no organismo e isso faz com esse
hábito seja um fator de risco para o câncer na cavidade oral, laringe, faringe,
esôfago e mama. </p>



<p>Umas das principais formas de evitar o câncer é ter uma alimentação saudável, ser fisicamente ativo e manter o peso corporal adequado. Estar acima do peso aumenta as chances de desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e realizar atividade física, enfatiza a Dra. Maitê.</p>
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		<title>O papel da mudança de hábitos na Prevenção do Câncer</title>
		<link>https://animi.med.br/o-papel-da-mudanca-de-habitos-na-prevencao-do-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ANIMI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 18:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesse ano de 2018 ocorreram no Brasil 600 mil casos novos de câncer acometendo homens, mulheres, jovens e idosos. Desse total de 600 mil pessoas, tivemos 200 mil óbitos cuja causa de morte foi o câncer. Estilo de vida não saudável causa mais de 100 mil casos de câncer por ano e, além disso, causa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesse
ano de 2018 ocorreram no Brasil 600 mil casos novos de câncer acometendo
homens, mulheres, jovens e idosos. Desse total de 600 mil pessoas, tivemos 200
mil óbitos cuja causa de morte foi o câncer.</p>



<p>Estilo de vida não saudável
causa mais de 100 mil casos de câncer por ano e, além disso, causa 60 mil
mortes por câncer todo ano no Brasil. </p>



<p>Esses
últimos dados foram publicados em um artigo na revista científica <em>Cancer Epidemiology </em>em fevereiro de 2019.
Essa pesquisa foi realizada entre uma parceria da Faculdade de Medicina&nbsp;da
Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Harvard, nos Estados
Unidos. </p>



<p>Segundo
esse estudo, estima-se que,&nbsp;por ano, 114 mil casos de câncer (27% do
total) e 63 mil mortes pela doença (34% do total) no Brasil poderiam ser
evitados com a redução de cinco fatores de risco relacionados ao estilo de
vida: tabagismo, consumo de álcool, excesso de peso, alimentação não saudável e
falta de atividade física. </p>



<p>Segundo
os pesquisadores já havia&nbsp; um consenso na
literatura científica de que o estilo de vida não saudável estaria associado ao
aumento no risco de 20 tipos de câncer, como:&nbsp;
o de laringe, pulmão, esôfago, orofaringe, cólon e reto, cavidade oral,
bexiga, fígado, estômago, colo e corpo do útero, rim, vesícula biliar, mama,
pâncreas, alguns tipos de leucemia, mieloma múltiplo, tireoide, ovário e
próstata. “A novidade desta pesquisa foi estimar a proporção de casos e de
mortes por câncer que poderiam ser potencialmente evitados no Brasil pela
eliminação ou redução dos fatores de risco no estilo de vida dos brasileiros”,
afirma Dr. Pedro Ervin S. Schurmann.</p>



<p>Se
fossem eliminados esses fatores de risco de estilo de vida não saudáveis, por
exemplo no caso da incidência de câncer de pulmão, de laringe, esôfago além de
colón e reto, seria reduzida pela metade a ocorrência desses tipos de câncer.
Já a mortalidade dos outros tipos de câncer analisados se reduziria em torno de
20%.&nbsp; </p>



<p>A
eliminação ou a redução do tabagismo, seguido da de excesso de peso e do
consumo de álcool teriam maior impacto na prevenção de casos e mortes por
câncer no Brasil.</p>



<p>Uma
discussão que poderia ser feita a partir da divulgação desses dados seria sobre
a implementação da saúde alimentar dos brasileiros além de uma revisão das
políticas de saúde pública que ainda estão unicamente voltadas à realização de
exames para detecção precoce do câncer, como é o caso&nbsp; da mamografia, para o câncer de mama nas
mulheres, e o antígeno prostático específico (PSA), para o câncer de próstata
nos homens.&nbsp; </p>



<p>Estas
novas descobertas sugerem que além das políticas públicas, as pessoas podem e
devem focar na&nbsp; mudança de estilo de vida,
como parar de fumar, perder peso, fazer atividade física pelo menos 3 vezes por
semana, aumentar a ingestão de frutas e verduras, comer menos carne processada
como embutidos e frios, para vivermos cada vez com melhor qualidade de vida e
por mais tempo, conclui o Dr. Pedro.</p>
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		<title>OS PERIGOS DO TABAGISMO</title>
		<link>https://animi.med.br/os-perigos-do-tabagismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2015 22:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de seis milhões de pessoas no mundo morrem todo ano devido ao uso do cigarro, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) aponta que cerca de 12% da população adulta brasileira consome tabaco em suas diversas formas (cigarro, charuto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de seis milhões de pessoas no mundo morrem todo ano devido ao uso do cigarro, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) aponta que cerca de 12% da população adulta brasileira consome tabaco em suas diversas formas (cigarro, charuto, cigarro de palha, rape ou fumo-de-rolo) e que 200 mil pessoas morrem anualmente no país devido à prática do tabagismo.</p>
<p>Ainda de acordo com o Inca, os derivados do tabaco, que podem ser usados nas formas de inalação (cigarro, charuto, cachimbo, cigarro de palha), aspiração (rapé) e mastigação (fumo-de-rolo), são nocivos à saúde. No período de consumo desses produtos são introduzidas no organismo mais de 4.700 substâncias tóxicas, incluindo nicotina (responsável pela dependência química), monóxido de carbono (o mesmo gás venenoso que sai do escapamento de automóveis) e alcatrão, que é constituído por aproximadamente 48 substâncias cancerígenas, tais como agrotóxicos e substâncias radioativas.</p>
<p><b>DO PALADAR AO PULMÃO</b></p>
<p>O fumo esta entre as causas de cerca de 50 doenças diferentes em todo o organismo. A primeira área atingida é a boca. As substâncias tóxicas liberadas pelo cigarro modificam o hálito, facilitam o aparecimento de cáries, afetam o paladar e aumentam o risco de desenvolvimento de câncer de boca.</p>
<p>O órgão mais afetado pelo cigarro é sem dúvida o pulmão, como explica o Dr. Marco Antônio Soares Reis, médico pneumologista do Hospital Madre Teresa. “Muitas doenças na boca, na traqueia, na bexiga, no esôfago e no sistema cardiovascular são comprovadamente causadas pelo cigarro. Mas o órgão mais agredido é o pulmão, com risco de desenvolvimento de doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC, bronquite e câncer”, diz o médico.</p>
<p>O pneumologista faz um alerta: cerca de 15% dos fumantes desenvolverão DPOC. Além disso, o aparecimento de sintomas é lento. É exatamente por não sentir nada que muita gente continua fumando. “A enfisema, por exemplo, manifesta-se após 20, 30 anos de uso. Fumando um maço de cigarros por dia, a pessoa não percebe que esta tendo uma piora; e, na hora em que precisar fazer um esforço, nota alguma alteração. Quando vai investigar, já está com o pulmão comprometido”, destaca.</p>
<p><b>XÔ, FUMANTE!</b></p>
<p>Todos esses problemas não afetam apenas quem faz uso do tabaco. As pessoas que convivem com os fumantes também sofrem, os chamados “fumantes passivos”. Eles têm um risco alto de desenvolver todas as doenças sobre as quais falamos até agora.</p>
<p>Quem convive com fumantes tem um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão e 24% maior de ter infarto. Segundo dados da OMS, aproximadamente 2 bilhões de pessoas são vítimas do tabagismo passivo no mundo. Dentre elas, 700 milhões são crianças, que sofrem com maior incidência de bronquites, pneumonia e infecções de ouvido, entre outras doenças. No Brasil, as crianças são 40% das vítimas do tabagismo passivo.</p>
<p><b>BRASIL RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE</b></p>
<p>O Brasil reduziu em mais de 50% o número de fumantes nos últimos 27 anos. O trabalho de controle do tabagismo foi reconhecido pelo Prêmio Bloomberg para o Controle Global do Tabaco ao ministro da Saúde, Arthur Chioro, em março deste ano. A cerimônia ocorreu durante a 16ª Conferência Mundial sobre Tabaco ou Saúde em Abu Dhabi, Capital dos Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>A premiação é um reconhecimento à atuação do Ministério da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no monitoramento epidemiológico do uso do tabaco e na implantação de políticas contra o tabagismo. Ao justificar a escolha do Brasil, a entidade internacional destacou: “O trabalho que o Ministério da Saúde fez é modelo para outros países que também atuam nessa área”, ressalta o documento da Fundação Bloomberg.</p>
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		<item>
		<title>Uso intensivo do celular aumenta risco de câncer cerebral, aponta estudo francês.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2014 16:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades científicas]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso intensivo do telefone celular aumenta o risco de o usuário sofrer um tipo câncer cerebral agressivo, segundo o estudo publicado por pesquisadores da universidade de Bordeaux na revista especializada &#8220;Occupational &#38; Environmental Medicine&#8221;. A equipe dirigida por Gaëlle Coureau demonstra que há dois tipos de tumores associados a uma prolongada exposição à radiofrequência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso intensivo do telefone celular aumenta o risco de o usuário sofrer um tipo câncer cerebral agressivo, segundo o estudo publicado por pesquisadores da universidade de Bordeaux na revista especializada &#8220;Occupational &amp; Environmental Medicine&#8221;.</p>
<p>A equipe dirigida por Gaëlle Coureau demonstra que há dois tipos de tumores associados a uma prolongada exposição à radiofrequência desses aparelhos: os gliomas, agressivos, e os meningiomas, mais fáceis de operar. As pessoas que utilizam o telefone portátil mais de 15 horas por semana, o que representa 30 minutos ao dia, têm maior risco de que esses tumores se desenvolvam.</p>
<p>Os pesquisadores analisaram o perfil de 450 doentes de câncer e usuários de telefone celular acima de 15 anos entre junho de 2004 e maio de 2006 em quatro departamentos franceses e o compararam com 900 usuários de dito aparelho em perfeito estado de saúde.</p>
<p>O estudo &#8220;Cerenat&#8221; confirma as conclusões do Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (CIIC), que no ano passado estabeleceu que &#8220;existe uma possível conexão entre o uso do telefone portátil e a aparição de gliomas&#8221;.</p>
<p>Para reduzir os riscos, organizações como o Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde da França recomendam afastar o máximo possível o telefone da cabeça, usar o dispositivo com as mãos livres ou evitar chamadas longas, com o objetivo de impedir o excesso de exposição às ondas eletromagnéticas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo federal nega direito à prevenção do câncer de mama.</title>
		<link>https://animi.med.br/governo-federal-nega-direito-a-prevencao-do-cancer-de-mama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2014 19:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades científicas]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal decidiu, unilateralmente, que mulheres com até 49 anos não têm mais o direito de detectar precocemente o câncer de mama. A Portaria nº 1.253, editada em novembro de 2013 pelo Ministério da Saúde, restringe o repasse de verbas da União aos municípios a mamografias em pacientes na faixa etária de 50 a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal decidiu, unilateralmente, que mulheres com até 49 anos não têm mais o direito de detectar precocemente o câncer de mama. A Portaria nº 1.253, editada em novembro de 2013 pelo Ministério da Saúde, restringe o repasse de verbas da União aos municípios a mamografias em pacientes na faixa etária de 50 a 69 anos. A medida contraria a Lei 11.664/08, em vigor desde 29 de abril de 2009, segundo a qual todas as mulheres têm direito à mamografia a partir dos 40 anos.<br />
Além disso, a Portaria nº 1.253 refere um procedimento condenável pelos médicos: a meia mamografia, denominada mamografia unilateral, isto é, exame em apenas uma das mamas. Pelo que estabelece o texto, os municípios têm a opção de arcar sozinhos com o custeio de mamografias para mulheres com até 49 anos e podem remunerar somente a mamografia unilateral.</p>
<p>Diante do subfinanciamento da saúde no Brasil, com diminuição progressiva da participação da União no custeio do Sistema Único de Saúde e consequente oneração dos municípios, na prática a referida portaria nega às mulheres com até 49 anos a prevenção e o tratamento precoce do câncer de mama.<br />
A mamografia é um exame que exige a comparação das duas mamas. Com a publicação da Portaria, pode-se interpretar que é possível realizar a mamografia unilateral. Mas não há como selecionar um dos lados a examinar sendo que a lesão procurada muitas vezes não é palpável. Tampouco se pode admitir a espera de que o tumor cresça para se examinar a mama com maior chance de câncer. Além disso, a chamada mamografia unilateral reduziria pela metade o número de casos diagnosticados. Se este impropério continuar, será inevitável o aumento de mortes e de retirada de seios (mastectomias) que poderiam ser evitadas.<br />
De acordo com parecer da Comissão Nacional de Mamografia – formada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), estudo internacional aponta redução de 26% a 29% na mortalidade em mulheres entre 40 e 49 anos comparadas a pacientes não submetidas ao rastreamento (mamografia preventiva).<br />
A Comissão também cita estudo brasileiro mostrando que 42% dos casos de câncer de mama registrados em Goiânia (GO) ocorreram em pacientes abaixo dos 49 anos. O levantamento de um grande hospital oncológico de Curitiba (PR) aponta que, de 2005 a 2009, 39,8% das pacientes operadas com diagnóstico de câncer de mama tinham até 49 anos. O índice passou a 37,1% de 2010 a 2011.<br />
Dessa forma, o CBR, a Febrasgo e a SBM afirmam que as determinações da Portaria nº 1.253 não se enquadram na boa prática médica e são prejudiciais à saúde da mulher brasileira. Defendemos o rastreamento mamográfico para todas as mulheres assintomáticas acima de 40 anos. Enfatizamos também que, no caso das pacientes que apresentem sintomas mamários, não existe limitação quanto à faixa etária para a avaliação mamográfica, que sempre deve ser bilateral (denominada de mamografia diagnóstica).<br />
Enquanto estudamos contestar a Portaria nº 1.253 na Justiça, se não houver abertura de diálogo por parte do Ministério da Saúde, recomendamos aos médicos que continuem prescrevendo a mamografia de rastreamento para pacientes acima de 40 anos e não aceitem a chamada mamografia unilateral.</p>
<p>Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR).</p>
<p>Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).</p>
<p>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM).<br />
Apoio:<br />
Associação Médica Brasileira Conselho Federal de Medicina.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do Novembro Azul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 20:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Novembro Azul é uma campanha de conscientização, realizada por diversos entes no mês de novembro. Esta campanha é dirigida a sociedade e principalmente aos homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças masculinas. O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novembro Azul é uma campanha de conscientização, realizada por diversos entes no mês de novembro. Esta campanha é dirigida a sociedade e principalmente aos homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças masculinas.</p>
<p>O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 de novembro, e a iniciativa se alastrou, sendo adotada por vários países, inclusive no Brasil, como forma de chamar a atenção dos homens para a importância da prevenção do câncer de próstata.</p>
<p>Hoje, o movimento já atinge mais de 1,1 milhões de pessoas em campanhas formais em países como Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Finlândia, Holanda, Espanha, África do Sul e Irlanda.</p>
<p>O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.</p>
<p>Segundo o INCA &#8211; Instituto Nacional do Câncer, são estimados aproximadamente 61mil novos casos de câncer de próstata para o ano de 2013 no Brasil.</p>
<p>Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Prevenção</i></b></p>
<p>Já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.</p>
<p>A idade é um fator de risco importante para no câncer de próstata, uma vez que tanto a sua incidência como a mortalidade gerada aumentam significativamente após os 50 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><i>Dúvidas Comuns:</i></strong><i style="font-size: 13px;"> </i></p>
<p><em>&#8211; <b>Quais os sintomas que podem indicar possíveis alterações na próstata?</b></em></p>
<p>O câncer de próstata não costuma causar sintomas na fase inicial. Portanto, torna-se importante a consulta rotineira ao urologista ou oncologista, com o objetivo de fazer o diagnóstico precoce da doença, por meio do PSA e do toque retal.</p>
<p><em>&#8211; <b>Pacientes com histórico familiar de câncer de próstata tem maior risco?</b></em></p>
<p>Quando existem na família parentes em primeiro grau com câncer de próstata, a chance de apresentar a doença é de duas a cinco vezes, dependendo da idade em que foi diagnosticado no parente e no número de membros que apresentaram o câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Dr. Pedro Ervin Specht Schurmann, especialista em Oncologia Clínica esta matéria pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.</p>
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		<title>A importância do Novembro Azul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[eSaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 20:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção do câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[Novembro Azul é uma campanha de conscientização, realizada por diversos entes no mês de novembro. Esta campanha é dirigida a sociedade e principalmente aos homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças masculinas. O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novembro Azul é uma campanha de conscientização, realizada por diversos entes no mês de novembro. Esta campanha é dirigida a sociedade e principalmente aos homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças masculinas.</p>
<p>O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 de novembro, e a iniciativa se alastrou, sendo adotada por vários países, inclusive no Brasil, como forma de chamar a atenção dos homens para a importância da prevenção do câncer de próstata.</p>
<p>Hoje, o movimento já atinge mais de 1,1 milhões de pessoas em campanhas formais em países como Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Finlândia, Holanda, Espanha, África do Sul e Irlanda.</p>
<p>O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.</p>
<p>Segundo o INCA &#8211; Instituto Nacional do Câncer, são estimados aproximadamente 61mil novos casos de câncer de próstata para o ano de 2013 no Brasil.</p>
<p>Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b style="font-size: 13px;"><i>Prevenção</i></b></p>
<p>Já está comprovado que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.</p>
<p>A idade é um fator de risco importante para no câncer de próstata, uma vez que tanto a sua incidência como a mortalidade gerada aumentam significativamente após os 50 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><i>Dúvidas Comuns:</i></strong><i style="font-size: 13px;"> </i></p>
<p><em>&#8211; <b>Quais os sintomas que podem indicar possíveis alterações na próstata?</b></em></p>
<p>O câncer de próstata não costuma causar sintomas na fase inicial. Portanto, torna-se importante a consulta rotineira ao urologista ou oncologista, com o objetivo de fazer o diagnóstico precoce da doença, por meio do PSA e do toque retal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; <b>Pacientes com histórico familiar de câncer de próstata tem maior risco?</b></em></p>
<p>Quando existem na família parentes em primeiro grau com câncer de próstata, a chance de apresentar a doença é de duas a cinco vezes, dependendo da idade em que foi diagnosticado no parente e no número de membros que apresentaram o câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o Dr. Pedro Ervin Specht Schurmann, especialista em Oncologia Clínica, esta matéria pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.</p>
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